Bloxorz

Bárbara. escorpião, 14 anos, vicíada nos meus amigos. Muito divertida, as vezes bem humorada, sempre com dor de cabeça. Quase nunca infeliz, quase sempre sorrindo para todos. Sempre iludida, mas forte!
~ Monday, May 14 ~
Permalink

(Source: acucar-e-afeto)


4,270 notes
reblogged via odeiorotulos
Permalink

(Source: desiraeetooraww)


125,962 notes
reblogged via idiota-feliz
Permalink

46,537 notes
reblogged via viciante-como-drogas
Permalink
208 notes
reblogged via iamawinrar
Permalink

55,753 notes
reblogged via amy-danielle
Permalink
Talvez não seja complicado assim. As coisas não precisam tomar esse rumo. Por que é difícil desatar um nó? A corda parece toda vez apertar mais um pouco. E a força que coloco, parece não ser suficiente. Mas como? Por que ficar presa a algo que me machuca? Por que é difícil desatar um nó? Isso machuca. Arrasta pela minha pele frágil e vai retirando de pouco em pouco um pedaço de mim. Deveria ser simples. Mas nascemos com o talento de complicar as coisas. Fácil é desamarrar um nó de tênis. Difícil é desatar o nó que te prende a alguém que nunca te mereceu.
Todo esforço é em vão. A corda parece me querer. O nó me sufoca. E me sinto impotente diante de fios entrelaçados. Ela me garante um futuro. Dias presos, porém certos. Com algo me segurando, controlando a intensidade com que vivo, tenho a impressão de que talvez – não muito longe daqui – vai dar certo. Mas o nó me machuca.
A solução pode ser simples, na teoria. Onde consigo força? Minhas pequenas e delicadas mãos se sentem impotentes diante do nó. Eu sei que eu não consigo. Mas eu quero conseguir. Mas não consigo. Mas querer algo é o primeiro passo para se chegar lá, não é? Então, mesmo lentamente, estou caminhando. Caminhando na direção contrária a que a corda em meu coração tem me direcionado. E isso alivia! Saber que posso ter um futuro diferente. Mas o que vai acontecer quando eu finalmente me soltar do nó? Um futuro certo? Talvez. Tenho medo do desconhecido. Penso que talvez – mesmo com os machucados e tudo mais – ficar presa ao nó seja o melhor. Mas e se…? Mas e se o desconhecido for o futuro que eu espero? Canso de minhas dúvidas. As perguntas poderiam vir com as respostas. Desatar ou não? Ficar presa para sempre?
O que faço agora? Sinto o sangue sendo pressionado dentro de minhas veias, causa da pressão que o nó tem feito, e talvez seja melhor desamarrar. Certo? Por que ficar presa a algo que me machuca? Tenho medo da insegurança que vou sentir quando não tiver mais a corda em minhas mãos. Ao menos eu tinha com algo a contar. Sabia que ela estaria ali. Mas e quando ela sumir? Espero não encontrar mais uma corda que me machuque. Mas uma corda que lentamente me aprisione ao coração de alguém. Mas alguém que me prenda, não por um nó, mas por um sorriso e talvez braços que me façam sentir acolhida e – finalmente – amada.
— . (via idonthavemoreideas)

3 notes
reblogged via imyourss2
Permalink

(Source: incompletavel)


1,308 notes
reblogged via viciante-como-drogas
Permalink
Eu sofro de recaídas. Uma hora eu digo que superei, que a sua presença não me afeta mais. Chego a passar um dia inteirinho sem pensar em você. Me envolvo com outras pessoas. Faço da estrada minha melhor amiga e da bebida minha companheira. Até ai, tudo bem. Mas outra hora, vem a nostalgia. A falta, a carência. Vem você e o seu sorriso. É nessa hora que eu confesso que sou fraco. É nesse momento que me tranco no quarto, abraço o travesseiro e deixo as minhas lágrimas falarem o que estou sentindo. Fico sentimental. Qualquer propaganda de margarina me emociona. Qualquer texto que fale de um amor e qualquer música melancólica me desarmam. Como disse, sofro de recaídas.
Querido John (via natural-d1saster)

(Source: querido--john)


966 notes
reblogged via natural-d1saster
Permalink

(Source: filthy-world)


75,764 notes
reblogged via natural-d1saster
Permalink

4,354 notes
reblogged via idiota-feliz
Permalink

96 notes
reblogged via viciante-como-drogas
Permalink

(Source: mesmo-distante)


1,972 notes
reblogged via d-esabafos
~ Friday, April 20 ~
Permalink
519 notes
reblogged via oisoumuitociumenta